Heroes of the Storm Alpha Test - Review

Alpha Teste de Heroes of the Storm, o novo e badalado MOBA da blizzard, utilizando todos os clássicos personagens de Warcraft, WoW, Diablo e Stracraft. Concerteza vale a pena conferir.

Jogatina: Guitar Hero 3 [Xbox360]

Um pouco sobre o clássico, e interessantíssimo, Guitar Hero III: Legends of Rock.

Nintendo Deixa o Mercado Brasileiro culpando os Impostos

Quais as mudanças provocadas pela saída da Nintendo do mercado de jogos brasileiros? Não muitas, aliás... Confira aqui.

Wallpaper: Pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire!

Wallpaper incrível de pokémon Omega Ruby e Alpha Sapphire

WoW: Mudança de Hábito

Quando chega a hora de mudar em um jogo, e escolher jogar com uma facção totalmente o oposta a sua

Mostrando postagens com marcador Resenha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Resenha. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

WoW: Mudança de Hábito



Em World of Warcraft, MMORPG da Blizzard, antes de entrarmos no jogo, somos obrigados a fazer uma das maiores decisões de nossa vida in-game (Exceto caso tenha escolhido a classe Pandaren, mas essa é uma classe mais recente), escolher qual das duas facções disponíveis vamos jogar, Aliança ou Horda.

Parece simples, é uma questão apenas de qual raça você mais gosta, e escolhida a raça, você automaticamente escolhe a facção, uma vez que cada raça pertence única e exclusivamente a determinada facção, porém, diferentemente da escolha da raça, onde apenas as histórias iniciais são diferentes, na escolha da raça, toda a visão do mundo do jogo fica diferente para você, inclusive, tornando a outra facção automaticamente sua inimiga, e é sobre isso que vamos falar hoje.



Confesso que, quando vi o trailer de World of Warcraft pela primeira vez, talvez em 2005 ou 2006, tive uma infinidade infinita pela Aliança, independente da raça escolhida. Qual o motivo? No passado, Orcs sempre foram maus (Senhor dos Anéis? Orcs vs Humans?), Undead tem um som muito negativo, morto vivo. Troll parece mais um monstro de RPG que você mata para ganhar experiência, a única raça "Boa" ali, eram os Taurens. Vi ali, um lado bom dos Humanos e um lado ruim dos Orcs, e como achava elfos legais, comecei a jogar com Nightelf (Elfos Noturnos) e posteriormente com Humanos.
Joguei com diversas raças da aliança, mas nunca joguei muito tempo com um personagem da horda. É engraçado isso, porque, com o passar dos anos, vamos criando uma aversão a facção oposta a nossa, como se realmente fossem inimigos de longo tempo, e passamos a não gostar nem de jogar com os personagens. Por isso, hoje venho falar do meu Tauren.

Para quebrar meu preconceito, aversão, etc, da facção oposta, resolvi começar de leve, com a raça que acho "boa" da Horda (sei que não tem nada haver, rsrs, cada raça tem a sua devida história e seus motivos para a batalha, mas essa é a impressão que tenho do geral, quando olho para os Taurens). Quem fica feliz com isso são meus amigos que jogam na horda, mas não é fácil quebrar esse preconceito, são muitos anos achando aquelas raças (e aquelas regiões) como inimigas, e tudo fica diferente agora.

A começar pelos conflitos. Toda raça (agora estou com o Tauren), tem o seu motivo de estar ali, querendo espaço e tentando sobreviver. Sempre tem um inimigo em comum, mas no final, falta espaço para que as duas facções vivam em conjunto, e ocorrem os conflitos. Mas ter a perspectiva de visão da história pela facção oposta é muito legal, e aumenta muito o tempo de vida do jogo, que por ser um MMORPG, já é quase infinito, podendo jogar histórias totalmente diferentes em facções opostas, cria um dinamismo bem maior.

E você, também tem dificuldade de jogar com a facção oposta, ou acha isso bobeira? Já sentiu aversão ao olhar para o lugar que costumava ficar seu Orc, e ver uma cara de elfo na tela? rsrs
Se ainda não tentou fazer isso, aconselho a fazê-lo agora. Tenho certeza que será muito engraçado ver o jogo de outra perspectiva, fora que poderá ganhar a conquista de [Agente Duplo], por possuir personagens em nível máximo em ambas as facções.






quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Jogar Vídeo Games é uma perda de tempo?

Recentemente, tenho tido pouco tempo para jogar, é verdade. E acredito que isso acontece com muita gente em certa fase da vida. E junto as obrigações do dia a dia, quando chego em casa e tenho poucas horas (as vezes menos de 1 hora), antes de dormir, e me vejo cercado de coisas para ler, estudar, aprender; documentos para revisar, papéis de banco para resolver, entre outras infinidades de coisas.
E também sinto vontade de jogar (e isso se enquadra em qualquer lazer: assistir filmes, animes, desenhos, ler um livro), e fico me perguntando: Será que eu estou perdendo meu tempo jogando?


Claro que, na visão dos pais, o filho sempre perde tempo quando está jogando. Tempo que ele poderia estar estudando, se preparando para provas, enem, vestibulares; ou ainda aprendendo um novo idioma ou uma nova habilidade. Mas será que é mesmo?

Se formos comparar, um pai sempre vai preferir ver seu filho lendo um livro do que jogando vídeo game. É claro que, numa visão de fora do negócio, sempre imaginamos que o livro é mais produtivo, afinal, o livro sempre foi sinônimo de estudos. Mas é difícil de imaginar que ler a coletânea inteira de Harry Potter 7 vezes (sim, eu li todos os 7 livros, 7 vezes cada um) possa ajudar nas aulas do dia-a-dia. Mas ela pode melhorar minha habilidade com o Português.

O mesmo ocorre com os jogos. De forma sútil e, convenhamos, agradável, os jogos conseguem nos ensinar habilidades. E esse assunto vendo sendo muito discutido recentemente por pesquisadores e cientistas.

Quais habilidades?


Jogos de Tiro: Destreza e agilidade: Call of Duty e Battlefield exigem que o jogador reaja da forma mais rápida possível ao identificar o inimigo, e mais rápido ainda ao ser identificado pelo inimigo. Uma sessão de jogatina com jogos de tiro, nos deixa mais rápidos para identificar os elementos virtuais (os objetos do jogo), e também a destreza, nos tornando pessoas que pensam e reagem mais rápido a diversas situações.

Jogos de estratégia: Esse não é preciso nem discutir né? Saber utilizar seus recursos de forma inteligente nos jogos de estratégia, como Ouro, Madeira e carne no Age of Empires, são a chave do sucesso no jogo. nos demais jogos, também sempre temos que fazer essa "gestão" de recursos, sejam eles ouro, itens ou munições, e tudo isso nos tornam melhores analistas e gestores de finanças, e também dos recursos no trabalho, quaisquer que sejam. Esses jogos fazem com que uma criança, por exemplo, seja capaz de planejar os gastos de sua mesada de forma mais eficiente, para que ela não gaste muito com algo que possa ser chato depois.

MMOs: Os jogos online desenvolvem, entre outros aspectos, nossa
comunicação social. Afinal, conseguir um bom desconto em item raro no World of Warcraft, precisa de uma boa conversa. E participar de eventos de Raid e Dungeon, exigem um grupo. Outro ponto muito forte desses jogos é a liderança. Bons líderes num grupo de Raid, podem ser bons líderes em uma equipe de ambiente empresarial. Esse ponto é tão forte que algumas empresas já estão investindo em identificar esses potenciais líderes disfarçados em jogos online.

Todos os jogos: Curiosidades, expansão de horizontes, criatividade, aprendizado.
Essas informações é bom detalhar. Mas a quantidade de habilidades que se adquire jogando é tão grande, que poderíamos sim comparar com outras formas de entretenimento. Adquirimos por exemplo, a curiosidade, que nos leva a tentar aprender e descobrir coisas novas, explorar "dungeons" novas.
Expandimos nossos horizontes, pois um jogo do Japão pode nos mostrar muito de uma cultura que não conhecemos. Também podemos afirmar que os jogos que possuem histórias "surreais", como Final Fantasy, que possuem mundos que não existem, com personagens (e raças) que não existem, estimulam nosso cérebro a ser criativo, a inventar, e porque não, pode estar formando futuros escritores de ficção científica.



Se formos um pouco mais longe, nossa memória é constantemente testadas em todos os jogos, e em jogos que precisamos saber a localização de determinados lugares para chegar mais rápido, como por exemplo GTA, onde decoramos cada canto da cidade, ou mesmo um MMORPG que possua um mundo grande; tudo isso faz com que tenhamos melhores habilidades de geografia e localização.

Outro fato importantíssimo que merece um post a parte, é sobre a aprendizagem de idiomas por meio dos jogos digitais. É claro que ela levaria muitos anos para aprender exclusivamente dessa forma, mas se você já estuda o idioma, o jogo serve para "por em prática suas habilidades", e caso não estude, que foi o meu caso, ao longo de mais de 15 anos jogando muito diariamente em contato com o inglês, e posteriormente um pouco de estudo, pode ter certeza que o avanço no idioma será consideravelmente grande.

E então, você ainda tem dúvidas sobre esses benefícios? Então porque não ler mais sobre os experimentos científicos que comprovam esses fatos na série de três postagens que fizemos no blog sobre isso:







terça-feira, 5 de agosto de 2014

Como emagrecer jogando vídeo games parte 2 - Jogos de Dança

Novamente voltamos a um assunto muito interessante, que certamente engloba um grande número de pessoas, perder peso (Favor desconsiderar o título gigantesco da postagem, não consegui pensar em um menor que coubesse todas essas informações).



Como falamos anteriormente aqui, perder peso é certamente um carma para toda a nossa geração de fast food, de melhores condições financeiras para comprar comida, facilidade de acesso, muitas comidas gorduras (que são uma delícia) e também facilidades em diversas coisas, como empregos em que fazemos menos esforços físicos, que nos deixa sedentários, e consequentemente, com sobrepeso.

Mas isso não precisa ser uma tarefa difícil, tão pouco uma tarefa chata. Na nossa discussão anterior, já mostramos como é possível fazer isso jogando vídeo games, e o motivo de ser tão mais fácil no vídeo game do que na academia: os números! Valores, metas, dados, informações, pontos... seja qual for a forma tratada, quando estamos no vídeo game, podemos ver isso de forma clara, e perceber que, no fim do dia, melhoramos alguma coisa. Não que na academia não temos esses números (nas esteiras e elípticos temos até o número genérico de calorias perdidas), mas é que no vídeo game eles são mais divertidos, geralmente são chamados de pontos, temos rankings e desafios para fazer, e a coisa toda fica muito mais divertida.

Voltando ao nosso foco do dia, vamos falar dos jogos de dança. Primeira coisa a se lembrar é que estes jogos são para quem gosta de dançar, mas se você não tiver preconceito, pode acabar gostando da brincadeira, rir muito, e ainda perder uns quilos.

Gostaria apenas de ressaltar que a experiência de jogo que vou falar aqui é somente do Wii, e que nos Xbox com Kinect, afirmam que a experiência é mais divertida, mas não posso afirmar nada.

A  primeira dica é voltada para as mulheres (Mas homens concerteza podem jogar), que são os jogos de Zumba. Porque voltado para as mulheres? Porque o foco desses jogos é rebolar sem parar, e geralmente as mulheres gostam mais de rebolar que os homens, hehe.
Mas são muitas calorias perdidas no rebolado. Os jogos no console que testei, o Wii, não são muito intuitivos e pouco explicativos, mas são engraçados, e certamente da para você rir das danças alheias (recomendadíssimo que você jogue com um parceiro/parceira/amigo/amiga, diversão garantida).
As músicas são de diversos estilos (Principalmente no Zumba Fitness World Party, que além de ter músicas de vários estilos e países, tem os dançarinos reais e não virtuais), e sempre vão agradar alguém. E o esquema de pontuação faz com que perder peso fique divertido, pois ocorrerá uma disputa entre os participantes.
A precisão dos movimentos é razoável, mas o importante aqui é divertir e exercitar-se.

A segunda dica, mais genérica, é o Just Dance. Segue a mesma linha do Zumba, mas ao invés de colocar o controle numa pochete, você segura ele na mão. A precisão dos movimentos é bacana, claro que você pode ficar sentado chacoalhando o controle e ganhando pontos, mas a ideia aqui é exercitar-se, então nada de moleza.

As músicas são bacanas, mas o mais interessante é o modo Just Sweat, que são exercícios específicos para perder peso, que mostra uma barra em tempo real de calorias. Claro que são valores genéricos, mas ainda assim, é uma informação bacana. O jogo divide os exercícios por tempo e intensidade, e começa sempre com um aquecimento.


Seja qual for seu jogo, seja qual for seu esquema, o segredo é manter o foco, manter a regularidade, e sempre lembrar que o foco é a diversão.








sexta-feira, 20 de junho de 2014

Diário de um Jogador: Plantas e mais plantas... (Plants vs Zombies 2)

Diário de um Jogador: Anotações casuais da jogatina diária

Cartão Avaliativo




Sempre gostei muito de Plants vs Zombies. Joguei e terminei o 2, mas não gostei tanto quanto o primeiro.

Apenas resolvi jogar um pouco, não me lembrava em qual fase estava, apenas queria divertir um pouco com o bom e velho Plants vs Zombies.


É bom saber que após tanto tempo, o jogo ainda me reconhece... mas não é a mesma coisa que antigamente. Tenho a impressão que as coisas eram mais divertidas no primeiro.


A seleção de fases fica num espaço-tempo muito louco, que as coisas ficam flutuando. É bem bacana, mas eu gostava mais das antigas, onde podíamos abrir as portas com chaves para liberar fases alternativas... Era bem mais interessante.

Mas tudo bem, vamos escolher uma fase e atacar zumbis com as plantas. Tirando o fato de ser totalmente sem sentido, as plantas atacarem os zumbis, eu acho a estratégia do jogo muito legal!


Tem um evento muito legal no jogo, Festa Piñata, que aumenta bastante o gameplay, mas nada dos mini games antigas que tinham no primeiro, como eram legais... Além disso, tudo tem que comprar, moedas, diamantes, plantas, chaves.... Eu sinceramente preferiria pagar pelo jogo completo, do que conviver com essas compras dentro do jogo, mas se a desenvolvedora lucra tanto com isso, porque não coloca os mini games? :(

Tirando o fato de tirarem eles, ainda tiram algumas plantas, e vendem elas por preços "salgados". Não, obrigado. Vou ficar com as básicas, e testar minhas habilidades de estratégia.



Não que eu seja bom, mas após um tempo, as fases principais ficam fáceis, depois que você pega o jeito, e os modos infinitos que tem no jogo (um por mundo), adicionam pouco gameplay no geral...

Espero que implementem isso no futuro, ou que se houver um terceiro jogo, que voltem a essas origens que trouxeram o sucesso para o jogo.





Falando nisso, essa fase até que foi difícil. Temos que proteger as plantas marcadas, 3 girassóis, e acabamos esquecendo deles toda hora, e os zumbis comem... Dessa vez coloquei 3 batatas na frente de cada um (eles comeram a terceira em todos), e ainda aprimorei algumas batatas com adubo (uma espécie de poder que vem ocasionalmente com um zumbi que deixa sua planta mais forte, com efeito momentâneo ou duradouro), elas ficam com uma armadura de ferro.

Tirando esses detalhes, o jogo continua incrível, e me divirto horas e horas sem querer querendo. Montar sua estratégia e ver se ela vai segurar a horda de zumbis, é muito legal! Quem não jogou o primeiro, também recomendo, tem muito mais plantas, fases, mini-games, e em contra partida, não da para acelerar a fase, não tem adubos, trajes e os visuais são mais simples.

Terminando a fase, um presente: Um traje novo para as plantas. Confesso que essa foi uma adição bacana no jogo, mas sem os mini games...


Bom, vou jogar o modo infinito até cansar, ou até morrer. E espero pelo novo mundo, que parece ser algo referente a idade média... Ou não, o ônibus chegou ao meu ponto, preciso descer... :(


quinta-feira, 19 de junho de 2014

Benefícios do Vídeo Game Parte 3: Mais sociáveis e melhor educados?

Continuando com nosso breve resumo dos artigos de iflsciente, sobre os benefícios do vídeo game comprovados cientificamente, vamos falar um pouco do aspecto social e educativo.

Claro que você, gamer dedicado que é, nunca ia deixar de passar uma fase somente por ela estar em outro idioma certo? Não é porque está em Japonês que eu não vou mais jogar, tudo bem, talvez nem tanto. Mas certamente jogos em Português, Francês, Espanhol e outros idiomas mais fácies de copiar e colocar num tradutor, certamente não são barreira para gamers. E tenho certeza que jogar sozinho nunca foi a graça, é sempre bom chamar os amigos, compartilhar seus recordes e vitórias, ou entrar em fóruns de discussões para discutir sobre o assunto.


Saiba que você foi, e é, influenciado por isso, e certamente está melhor socialmente e na educação do que os não-jogadores.

Os estereótipos de jogadores de vídeo game não são lá tão bonitos: Um garoto de 13 anos que não tem amigos... um nerd que nunca vai a escola, porque prefere ficar em casa jogando vídeo game no sofá... ou um homem acima do peso, passados dos 40 anos que ainda mora com os pais... Mas certamente, todos eles estão errados (se formos generalizar, em casos individuais podemos ter pessoas com problemas em qualquer tipo de situação, jogador ou não-jogador).

No estudo abordado, vamos ver que a realidade é muito mais animadora que isso. Indo aos números: Jogadores consideram a família como o topo de sua prioridade em maior número do que os não-jogadores (82% contra 68%) e ainda colocam os seus amigos como alta importância em sua vida (57% contra 35%). Falando sobre estudos, jogadores e seus pais possuem mais ensino superior (43% dos jogadores e 52% dos pais) que os não-jogadores e seus pais (36% dos não-jogadores e 37% de seus pais).

Ainda falando nos números obtidos pelo estudo, 67% dos jogadores sentem-se positivos quanto ao seu futuro de trabalho, contra 42% dos não-jogadores que se sentem da mesma forma. Os jogadores ainda tem maiores chances de ter um emprego de tempo integral (42% contra 39%) e ainda 61% deles se consideram líderes, contra 35% dos não jogadores.

Falando socialmente, os jogadores dão muito valor em fazer uma ação positiva para causar um efeito positivo na sociedade (76% contra 55% dos não jogadores), preferindo comprar em lojas ou corporações que tenham uma suportem alguma causa social (76% contra 55%).

Jogadores também, como esperado, utilizam e possuem muito mais conhecimento em novas tecnologias que os não-jogadores. Muito utilizam na casa de amigos (42% contra 15%), de férias (40% contra 18%), no trabalho (20% contra 10%), como forma de comunicação (19% contra 5%) ou em um restaurante (18% contra 6%). Com toda essa conexão, os jogadores possuem um grande impacto na mídia, como por exemplo a televisão que teve queda de audiência de 12% em 2014, comparado com 2011, isso por causa das novas formas de distribuição de conteúdo e dos recursos online.

O tempo de jogatina computador foi de menos de 10 horas por semana para a maioria dos jogadores (63%, incluindo eu), o que já é impactante o suficiente para provocar as melhorias de raciocínio lógico e aumento cerebral, já discutidos aqui.

No longínquo ano de 2004, um estudo revelou que apenas 40% dos jogadores eram mulheres. Número que mudou bastante em 2014, onde 48% são jogadoras! Podemos dizer que no campo de jogos, a igualdade de números entre os sexos já foi atingida.

Claro que o estudo não é perfeito, e pode não demonstrar realmente como é o cenário, mas certamente da uma base, e mostra que ser jogador é apenas mais um aspecto de nossa vida, e não um determinante.

Gostaram? Querem saber mais? Comentem!

Saiba mais em:

Benefícios do Vídeo Game Parte 1: Mente Aguçada?
Benefícios do Vídeo Game Parte 2: Aumento Cerebral


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Como emagrecer jogando vídeo games?

Não é de hoje que o vídeo game gera polêmica, quando dizemos que causa sedentarismo. E em partes isso é verdade.

Mas hoje vamos falar sobre tecnologias inovadoras, que realmente podem nos tirar do sedentarismo, e se utilizadas da forma correta, podem nos fazer perder peso, e em alguns casos, muito peso!

Mas como esse milagre pode acontecer? Qual a mágica?

Não tem mágica. Para perder peso, é necessário (muito básico do básico) duas coisas: Dieta e exercícios. Os vídeo games agora possuem algumas ferramentas que podem tornar a parte de exercícios muito mais divertida, se usadas regularmente: Wii Remote Controller (e também o Wii Balance Board), Playstation Move e Kinect.

Uma rápida busca na internet e encontramos casos de pessoas que emagreceram muito pelos jogos, como uma mulher que emagreceu 50kg jogando após terminar com o noivo, e uma depressão depois a levou de volta aos 127kg... Mas é necessário seguir certas dicas básicas.

Dicas de como aproveitar melhor esses equipamentos:


1) Escolha o jogo certo: É fato que, muitos dos jogos que envolvem essas tecnologias, também envolvem muitos movimentos, mas nem todos. É necessário saber escolher um jogo que faça movimentos ideias, e que não sejam prejudiciais (movimentos muito repetitivos podem causar lesões! Tome cuidado!). Os jogos carros-chefe dos consoles de sports, sempre são uma mão cheia: Wii Sports, Kinect Sports e Sports Champions, os três são jogos simples, que tiveram versões melhoradas e renovadas, e que certamente fazem uma ótima apresentação do tema. Jogos de música com os instrumentos também vale a pena. Outros jogos específicos do assunto, como jogos de dança, de yoga ou mesmo jogos "Fit", são excelentes! Muitos deles contam com dicas de nutrição, e de regularidade para melhorar seu desempenho, o que nos leva ao item 2.

2) Regularidade. É imprescindível que se tenha uma certa regularidade ao praticar esse tipo de exercício. Seja qual for a regularidade que te deixe mais confortável, é necessário mantê-la. Como já diz o ditado:  A prática faz o monge. E aqui temos a mesma coisa. Manter a regularidade é difícil, mas necessário. Pode ser 1 hora por semana, no começo, e depois aumentar. Podem ser 15 minutos por dia, 30 minutos, dia sim e dia não... não importa qual seu esquema, o importante é manter-se firme. Com o tempo você verá que seu próprio corpo pedirá mais exercícios, e sentirá falta dessa regularidade. Aqui vale tudo: Lembrete no celular, lembrete do parceiro, do amigo, do vizinho... é importante não deixar de cumprir seus compromissos. É um compromisso que você faz consigo mesmo.

3) Fique atento a sua saúde: Tudo bem que são apenas jogos, mas para uma pessoa sedentária como nós gamers costumamos ser, não podemos jogar por horas a fio jogos com muito exercícios físicos. Por isso é bom começar leve, e ir aumentando seu ritmo e tempo aos poucos, como em qualquer outro tipo de execício que você faz. É claro que aqui temos uma grande vantagem, estamos jogando, e nos divertindo, e não numa academia.

4) Crie metas: Mas não olhe seu peso. Perder peso é relativo, e virá com o tempo, mas crie metas mais tangíveis e mais fáceis de calcular, como: 100 horas de exercícios, ou 2 meses de exercícios concluídos sem falta! São ótimas metas, e acho que vale um agrado próprio ao concluí-las: um passeio no cinema após concluir a meta, ou a compra de um agrado. Aqui vale manter as metas como se fossem "achievments" para alcançar, e comemorar cada "conquista".

5) Não desista nunca! Como falamos, perder peso virá com o tempo, mantenha seu foco, mantenha seus exercícios, e busque uma vida mais saudável. Não tem milagres, mas podemos fazer isso de uma forma certamente mais divertida. Quando você estiver muito desesperado e quiser muito desistir, vá jogar um vídeo game para distrair! hehe, de preferência um que faça movimento
s... que tal desafiar os amigos para ver quem consegue a melhor pontuação no boxe?

6) Pense na sua diversão: Acima de tudo, a diversão. Vídeo games foram feitos para isso e devem ser usados como tal. Jogue os jogos que achar mais divertidos, que forem mais legais. Tente pegar todas as conquistas deles, obter novos recordes, e se divirta no processo. Lembre-se que perder peso virá com o tempo, e sua regularidade de exercícios vai, no mínimo, fazer você se sentir melhor, pois nosso corpo pede exercícios, e ele gosta de se exercitar!




Espero que gostem das dicas, e me contem os resultados! Por experiência pessoal, esses jogos cansam, e muito! E são muito bons para exercícios. Comentem o que acharam, e sobre o que faltou acrescentar.
Para mais dicas sobre o conteúdo e exemplos de jogos, recomendo o artigo do olhar digital, muito completo.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Benefícios do Vídeo Game Parte 2: Aumento Cerebral

Continuando com nossa análise das pesquisas sobre jogos, que foram acompanhadas pelo site iflscience, vamos falar um pouco sobre as alterações físicas que podem acontecer com o cérebro que fica exposto a uma jogatina regular.

Os vídeo games são muito popular hoje em dia, e não mais somente entre crianças e adolescentes, mas também em adultos e em alguns casos em idosos, o que é um fator positivo. Mas mesmo assim, ainda temos bastante preconceito e divergência de opiniões, quando alguns jogos violentos são associados a crimes cometidos pelas pessoas, ou quando os jogos influenciam de alguma forma negativa a vida de algumas pessoas. Podemos dizer então que os jogos são maléficos a saúde mental das pessoas? A resposta é não.

Temos pessoas muito influenciáveis, que possuem a mente sem estrutura, que certamente precisam de algum tratamento psicológico. Essas pessoas pode sim ser influenciadas pelos jogos, como também por qualquer outra mídia, ou mesmo por qualquer outra pessoa, mas isso não significa que essas mídias ou pessoas são más influências.

Já sabemos que os vídeo games realmente podem aumentar nossa habilidade cognitiva, como foi discutido anteriormente, mas agora, temos uma pesquisa que representa uma explicação biológica para esses fatos, que foram publicadas pelo jornal Plus One. Os testes foram realizados por ressonância magnética em 152 crianças de 14 anos, de ambos os sexos. Nos resultados, foi reparado uma positiva alteração de espessura cortical de uma determinada área do cérebro, maior nas crianças que jogavam mais vídeo game. Foram o córtex pré-frontal dorsolateral esquerdo (para simplificar, vamos usar a sua abreviação em inglês DLPFC) e os campos oculares frontais esquerdos (FEFs). O DLPFC está envolvido em tomada de decisões e planejamentos estratégicos, enquanto os FEFs são alocados para o movimento dos olhos e a atenção do espaço visual, essas duas áreas são muito importantes para poder jogar vídeo games.



Os cientistas pretendem continuar as pesquisas para poder identificar quais gêneros de jogos são melhores para aprimorar essas áreas, mas por enquanto sabemos que no geral, os  jogos de vídeo game podem melhorar nossa capacidade de tomada de decisões, nosso planejamento estratégico e nossa atenção visual. Acredito que é muito necessário especificarmos em nossos currículos que jogamos!

Uma outra pesquisa, feita por Simone Kühn, do Instituto de Desenvolvimento Humano Max Plank, aponta que jogar vídeo game 30 minutos por dia, pode aumentar o tamanho do nosso cérebro, literalmente!

A pesquisa foi feita, pedindo para um grupo de pessoas de teste jogarem  Super Mario 64 durante 30
minutos por dia, num período de 2 meses. Os resultados mostraram que o grupo de teste teve um significativo aumento de massa cinzenta no cérebro (na formação do hipocampo direito, córtex pré-frontal dorsolateral, e no cerebelo em ambos os lados), enquanto o grupo de controle não teve nenhum aumento.

Claro, os cientistas alertam que nem todos os jogos vão proporcional esse aumento, pois nem todos os jogos são feitos da mesma forma. Para isso, seria necessário uma métrica diferente para medir a capacidade de aumento proporcionada para cada jogo individual.

Então já temos muitos benefícios nos jogos até agora, podemos retardar ou até mesmo utilizar como terapia para doenças degenerativas neurológicas; podemos aumentar nossas habilidades cognitivas e aumentar nosso raciocínio; e também podemos ter um aumento de nossa massa cinzenta e melhorias nas capacidades de tomada de decisão, estratégica, e visuais. O que mais os jogos podem fazer?

Aguarde a terceira e última parte para verificarmos mais efeitos positivos dos jogos digitais.

Anterior: Benefícios do Vídeo Game Parte 1: Mente aguçada? 


quarta-feira, 11 de junho de 2014

Benefícios do Vídeo Game Parte 1: Mente Aguçada?

Os vídeo games mudaram em muito nossa forma de pensar, de agir, de interagir com as coisas. Certamente que o mundo moderno de hoje não consegue se ver sem os jogos de celulares, de consoles, de computadores, e hoje em dia, esse tipo de entretenimento já está longe de ser "coisa de criança", já está sendo coisa de adolescente, adulto e idosos, esses últimos que realmente podem ter muitos benefícios com a jogatina.

Vou escrever aqui sobre algumas das pesquisas mais interessantes da ciência relacionada a vídeo games e sobre seus resultados, todas foram registradas pelo site iflscience.

Hoje vamos falar de um certo mito: as pessoas que jogam, dizem que os vídeo games as fazem mais espertas, e as pessoas que não jogam, dizem que os vídeo games geram atrasos cerebrais, impedindo a evolução, e deixando a pessoa com pouco censo crítico e sem capacidade de raciocínio. Afinal, os vídeo games podem criar uma menta mais aguçada?

Para responder a essas perguntas, vamos aos fatos científicos registrados no iflscience: existem vestígios que realmente existe um efeito positivo dos vídeo games no cérebro humano, inclusive, que eles podem retardar a progressão do Alzheimer em idosos! Isso ocorre pois os vídeo games mantém a mente ativa e a pessoa fica em alta concentração, toda essa atividade cerebral pode atrasar doenças cerebrais degenerativas.

Outro estudo foi realizado com crianças que possuem dislexia. Cerca de 10% das crianças possuem esse problema, e no estudo, as que jogavam vídeo games melhoraram consideravelmente suas capacidades de leitura. O fato interessante, é que o jogo não envolvia nenhuma característica linguística, era apenas um jogo de tiro para matar coelhos. E os cientistas tem uma resposta: A dislexia não está relacionada ao QI ou capacidades de leitura, e sim as capacidades de concentração, no caso, os jogos melhoram essa capacidade, e as crianças são capazes de se focar mais nas atividades que realizam.

Jogos de rápidos movimentos, como os jogos de tiro em primeira pessoa, podem também aumentar o tempo de resposta do jogador, e a capacidade de visualizar muitas informações em pouco tempo. O estudo também determinou que os jogadores, além de tomar as decisões mais rápido, tomavam as melhores decisões em relação aos não-jogadores. As habilidades multitarefas também são apontadas no estudo, onde uma pessoa que jogue cerca de 12 horas de um jogo de corrida por mês, tem suas habilidades de multitarefa aprimoradas por um período de até 6 meses!

Os estudos também apontam que jogar vídeo games pode melhorar o humor e encorajar o relaxamento pela socialização, quando feito de forma moderada, é claro. Os efeitos positivos de jogar vídeo games são diminuídos quando se joga por longos períodos, e muitas vezes passam despercebidos por causa dos efeitos negativos dele.

Apesar das vantagens serem consideráveis, sempre temos um lado oposto da situação. É preciso utilizar a tecnologia de forma correta, pois somente o fato de jogar vídeo games não vai acabar com todos os tipos de problemas neurológicos. Jogar em excesso, ou jogar sem bom senso, pode acabar com qualquer tipo de benefício vindo dele.

fonte: iflscience


Mas podemos ver que a utilização contínua e sadia de jogos eletrônicos, pode não só fazer o que é o principal papel dele, nos entreter, como também melhorar nossas habilidades cognitivas, melhorar nossa capacidade de raciocínio, multitarefa e até retardar doenças neurológicas degenerativas! Fora que temos notícias, como essa do site Olhar Digital, que também afirmam que os vídeo games formam profissionais melhores.

Alguém ai ainda é contra vídeo games? Acesse a parte 2 e saiba mais!
Próximo: Parte 2: Aumento Cerebral

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Nostalgia: Super Mario World.

Não sei de vocês, mas nunca ouvi falar tanto de vídeo games antigos como nos últimos tempos.

Tudo bem, também devemos levar em consideração que a indústria de games é relativamente nova, para você encarar algo como nostálgico, antigo, ou relíquia, mas a febre da nostalgia está muito forte ultimamente.

Confesso que eu aderi a moda, parcialmente. Por incrível que pareça, o que deveria ser barato hoje em dia, está subindo de preço rapidamente, e virando relíquia muito rápido, antes mesmo que iniciarmos nossa (cara) coleção de vídeo games.

Eu tenho um velho Nintendo Wii, que estava parado, encostado, a pelo menos 2 anos, desde quando adquiri o PS3. E a falta de tempo de jogar um console, fica ainda mais crítica quando temos dois consoles, como já discutimos aqui.

Recentemente li uma publicação em outro blog, que falava justamente sobre o que venho fazendo com o meu Nintendo Wii, utilizá-lo para jogar os clássicos. E meu foco atual é Super Mario World.



Nunca terminei o jogo da forma convencional, apenas "pela estrela", e também nunca tinha passado do 4 castelo. Hoje me orgulho de estar no 5 castelo! Mas pretendo terminar o jogo 100%.

Confesso que de início, a primeira coisa que trouxe uma alegria, foi a música de introdução! Muito nostálgica, mas logo em seguida meus olhos foram ofuscados pela quantidade de quadrados de pixels gigantes na tela da TV. Mas não podemos reclamar, o jogo não foi feito para uma TV grande full HD (nem o Wii foi), então o jeito era acostumar. E como isso aconteceu rápido! Em poucas fases aquilo nem parecia mais estar ali, parecia que o jogo tinha sido feito para aquela TV. E as diferenças dos jogos atuais já começavam a surgir.



Primeiro pela introdução do jogo, simples, rápida e barata. Nada de grandes cenas, mostrando o que aconteceu, nada de histórias longas. Apenas 5 linhas: Aqui é o reino dos cogumelos, a princesa foi raptada, vá salvá-la. Curto e grosso, mas eficiente para colocar o jogador direto na ação.



Falando em ação, outra diferença gritante dos jogos atuais: Sem tutorial. Ninguém explica o que cada botão faz, que o "A" você gira para destruir coisas, que o "X" você usa para pegar aqueles blocos azuis. E sobre o "Select" soltar o item que você tem guardado na caixa em cima da tela? Nada disso. Mas, apesar de não ter nenhuma explicação, nunca foi um problema. Acredito que isso é o que podemos chamar de "intuitivo" para a época. Você tinha as setas no controle, já sabe que elas podem ser para movimento. Tem 4 botões do outro lado, "testa" todos eles para ver o que fazem antes de andar na fase. Tem dois botões menores no meio. "Start" deve ser pausar, "select" não deve ser importante, senão seria um botão maior... E por ai vai nossa lógica de interpretação de comandos de controles...

Outra grande diferença que pude notar, é a dificuldade do jogo. Ela aumenta gradativamente, e chega a pontos de ter objetos do cenário criados apenas para confundir ou enganar o jogador, fazendo-o pular num buraco, ou numa armadilha! Gameplay digno de Dark Souls. Sério, quem nunca xingou por morrer numa das fases de Super Mario World?

E ainda temos as fases e passagens secretas. Os blocos que liberamos para facilitar as fases, ou alcançar lugares secretos dentro das fases (blocos amarelos, verdes, vermelhos...), os itens que modificam as habilidades do personagem, e tantas infinitas outras coisas que tornam esse jogo clássico muito atual, e muito divertido ainda hoje.

É do Super Mario Bros, mas vale a piada:
É preferível morrer do que perder a vida!
Não tem como negar, todos nós temos vontade de jogar esse Mario por um motivo ou outro, ele ficou para a história. O trabalho feito no jogo certamente foi completo, pensaram em todo mundo: O jogador casual: que não vai terminar o jogo, que já possui grande parte do conteúdo no começo do jogo (em poucas fases já possui o item "pena" para poder voar); também o jogador preguiçoso: que só quer dizer que terminou o jogo, temos o atalho da "estrela" para rapidamente chegar ao último chefe; o jogador que gosta de coisas secretas: com infinitas fases extras, atalhos, e segredos para descobrir. Itens escondidos dentro das fases, entre outros; E também para o jogador Hardcore, o jogo tem a indicação de conclusão na tela de menu, para ele saber se já concluiu o jogo 100%, ou se ainda tem mais alguma fase secreta para liberar (segundo a capa do jogo, 96 níveis)... Só faltou uma tabela de "conquistas", que não era popular na época, mas ai já estaríamos pedindo demais.

Certamente, isso tudo somente no primeiro jogo que iniciei no velho Wii, ainda tenhos tantos jogos de Wii mesmo, que já são quase clássicos, e outros tantos jogos de SNES e N64 para jogar... o Nintendo Wii certamente ainda tem muio "pano para manga", para quem é fã desses jogos clássicos.


Luigi não aprova essa postagem porque não foi citado nenhuma vez...


Não encare Luigi por muito tempo...
Pode ser a última vez que você encara alguém.
Um gif para todos entenderem a piada: O olhar do Luigi no novo Mario Kart.



Mas sim, podemos jogar em multiplayer até dois jogadores, o segundo controlando o Luigi. Não se preocupe Luigi, todos sabemos disso, e muitos de nós já jogamos com você ;)

Apenas para fechar, estive procurando um bom Wallpaper para o meu computador do Super Mario World, e achei esse muito bacana, estou compartilhando com vocês. não sei o autor, mas ficou muito legal:

Clique na imagem para ampliar


sexta-feira, 16 de maio de 2014

5 Dicas para arranjar um tempo para jogos

Não é de hoje que todo gamer tem seus problemas de encontrar tempo para jogar aquele título novo, que acabou de sair, mas a vida ocupada de trabalhos e estudos não deixa, por ainda ter um jogo para terminar antes do começar o título novo, ou ainda, há um acumulo gigantesco de títulos antigos que você gostaria de jogar ou terminar, mas não há tempo para conciliar com todas essas coisas... O que fazer ?


Separei algumas dicas interessantes, de experiência própria, que podem ser úteis para um dia-a-dia atarefado. Mas se você possui 12 horas diárias para jogos, talvez as dicas também possam ser úteis para otimizar seu tempo, não só para jogos, mas para qualquer outro afazer que seja necessário.
Podemos otimizar nosso tempo para muitas coisas, porque não para jogar ?

1) Separe um tempo: A primeira dica parece besta, mas é essencial. Se você não possui nem que sejam 15 minutos do seu dia para chegar em casa e jogar uma missão do GTA, então você não tem tempo. Nesse caso, você poderia tirar 15 minutos de sono, e dormir menos, mas não é recomendado... O ideal é você organizar suas tarefas do dia a dia para poder ter esses 15 minutos sobrando. Pode ter certeza que todos nós temos um espaço na agenda, é só organizar, e procurar um tempo.

2) Divida o tempo entre jogos: Quando compramos mais títulos do que podemos jogar, acabamos ficando com um grande acúmulo de conteúdo inexplorado, perdido no armário. O que fazer então ? 
God of War: Chains of Olympus
Divida o tempo que tem entre eles! Pode parecer besteira, mas isso torna os jogos menos cansativos. Os jogos que possuem missões repetitivas por exemplo, serão menos estressantes do que fazê-las todas no mesmo dia. Eu atualmente estou jogando God Of War: Origins Collection, Skyrim e GTA IV. jogando um dia com cada jogo, 1 hora cada. A outra forma, jogo quando um jogo fica cansativo, seja por uma fase difícil, ou uma missão chata e repetitiva.

Skyrim
 Quantas vezes não desisti de uma missão difícil de GTA IV, e no dia seguinte, ela estava simplesmente fácil e divertida? Algumas vezes que temos que mudar um pouco de jogo, e jogar dessa forma torna seus momentos de jogatina muito mais diversificados e divertidos pelo simples fato de "diversificar", dividindo o tempo que possui entre os jogos disponíveis (não menos que 15 minutos, senão não terá tempo de fazer nada no jogo, e não terá nenhum progresso de fato).
Tenho pouco tempo a noite, quando chego em casa. Geralmente chego ás 23 horas, e separo 1 hora para jogatina. Nesse tempo, divido de duas formas: a primeira delas é
O ideal é mudar quando concluir algum progresso no jogo, por exemplo, ao terminar uma missão do GTA, ou ao terminar uma área ou um chefe do God of War, em um ponto de salvar o jogo.
Você vai chegar e sempre jogar um título diferente, dando um ar de "novo".

GTA IV

3) Vá de celular: Sempre temos diversos jogos antigos que não conseguimos jogar, e nossos consoles antigos acabam indo em caixas (quando não vão para o lixo por engano), e ficam empoeirados. E com nosso tempo curto (vamos simular hipoteticamente que todos tem apenas 1 hora por dia para jogar, isso quando pode jogar diariamente), não é vantajoso desligar o console atual, ir pegar o velho, tirar o pó, espirrar com o pó, tomar remédio de alergia, ligar o console... e acabar nem encontrando o cartucho do jogo que quer jogar. É ai que digo, vá de celular! Hoje em dia temos jogos com port direto para celulares (Chrono Trigger, Final Fantasy) e também temos infinitos emuladores (SNES, PSP, N64, GBC, GBA, NDS). Eles são ótimos, e sem querer entrar no assunto da ilegalidade, mas para quem já tem o cartucho, baixar a rom não é ilegal. Eu joguei, e terminei, Chrono Trigger inteiro dessa forma. E atualmente estou jogando The Legend of Zelda: A link to the Past. O melhor de tudo? Os emuladores possuem um save state, que salva o jogo na parte que você está, independente do jogo em si não permitir salvar naquele local, rapidamente você pode voltar ao jogo no momento em que parou.
Jogando Zelda no celular
E quando podemos jogar? Sua namorada/seu namorado foi tomar banho, não da tempo de ligar console, não está em casa, em 10 segundos a rom está ativa no celular. Ou então está no trabalho, fazendo a pausa para o café, mas não quer tomar café? Nada melhor que um treino rápido nos pokémons. Está fazendo o número dois no banheiro, e precisa de uma distração? Você pode abrir Harvest Moon do PSP e arrumar sua fazenda. E quando você está numa fila de gigantesca de algum lugar? As oportunidades surgem o dia todo, e mesmo que existam vídeo-games portáteis, levar todos na mochila pode ser demais. E certamente a brincadeira vai fazer certos momentos de tédio passarem muito mais rápido, e você ainda poderá aproveitar dos melhores títulos antigos.


4) Jogue com o parceiro: Seu/sua namorado(a), esposa/marido não sabe que você é gamer? Então é melhor avisar já. Muitas pessoas não entendem, e não gostam, que o parceiro jogue. Por isso se você quiser jogar em algum momento da sua vida, é melhor avisar desde já ao parceiro. Afinal, essa será a pessoa que você pretende passar boa parte da sua vida não? Então ela precisa saber das coisas que você mais gosta de fazer. Nada melhor para o parceiro entender essa paixão pelos jogos, do que jogando com você!
LEGO: Piratas do Caribe
Mas vá com calma. Não comece apresentando um RPG extenso, com textos longos... Independente da história, a pessoa vai achar aquilo entediante. O melhor é começar com algo simples, com diversão rápida (mesmo que seja um jogo sem o fator replay, que tenha uma diversão rápida e curta). Em pouco tempo você estará rindo. Que tal algum título LEGO? Eles são divertidos, e pode jogar multiplayer! A jogatina a dois será muito mais divertida.

5) Faça uma lista: Listas sempre são boas para nos lembrar das coisas do dia-a-dia. Do que queremos fazer, das tarefas que precisamos fazer. Porque não fazer o mesmo com jogos? Faça uma lista, coloque os títulos que quer jogar, e risque os que já terminou. A sensação de conclusão é muito boa, e além de tudo você pode criar uma agenda, separando os títulos por dia da semana, por exemplo: Segunda: God of War, Terça: GTA, Quarta: God of War de novo.... e assim por diante.


Podemos também utilizar recursos online, ou aplicativos para nos ajudar, como o site Alvanista, que já comentei aqui. Com esse site podemos marcar os jogos que temos, quais concluímos, e qual desejos, fazendo uma estante virtual dos jogos. Muito bom.

E você, o que achou dessas dicas, como faz para otimizar seu tempo?



quinta-feira, 15 de maio de 2014

Cenário atual da indústria de jogos

Recentemente tenho dado uma olhada no fechamento do ano fiscal das três principais empresas de consoles de jogos, e vejo um padrão um tanto quanto esquisito.

Todo mundo está vendendo muito! Mas, está todo mundo no negativo ? -A Microsoft até cogita a idéia de vender o XBOX, a Nintendo fechou no negativo e tem novos planos para tentar mudar o cenário em 2015 e recentemente a Sony também anunciou que fechou o saldo do ano fiscal no vermelho.

Todas as empresas no vermelho?

Ta certo, qualquer empreendimento que façamos, vai demorar seu tempo para devolver o dinheiro e começar a dar lucro, mas não imaginaria um cenário tão ruim assim para a indústria de consoles. Afinal, a Nintendo que já está na estrada a mais tempo que os concorrentes com o seu último console, desde Novembro de 2012, vendeu mais de 6 milhões de unidades. Não é pouca coisa.

Informações detalhadas do gráfico de vendas aqui.

A Sony, que vem liderando o mercado, com 7 milhões de vendas até o momento com o PS4, que veio junto com o XBOX One em Novembro de 2013. O One por sua vez, vende "apenas" 4,4 milhões de unidades. Mas se analisarmos cenários individuais, como somente a Europa, ou EUA, a diferença é bem menor. E em países que os impostos vão contra a nossa vontade, falando de nosso próprio país, o One vende mais e é muito mais popular que o PS4.



Mas então porque, oras bolas, as empresas estão fechando seus anos fiscais no negativo ? Grandes investimentos de produção, publicação e venda dos novos consoles? Até poderia ser, mas acredito que tem outra coisa por trás de tudo isso.

Primeiro devemos lembrar que o PS3, Wii e 360 vendem muito bem, obrigado. E seus custos de produção certamente já foram pagos, e já estão - no mínimo -  dando lucros com seus 80 milhões de 360, 81 milhões de PS3 e 100 milhões de Wii soltos mundo a fora.


Segundo, temos que colocar um peso, de certa forma, nos custos de produção destes consoles.
Tudo bem que a tecnologia vai barateando de tempos em tempos, mas a disputa vai ficando acirrada, as empresas precisam gastar cada vez mais em investimentos para poder construir um console com um hardware poderoso o suficiente para aguentar pelo menos 4 anos sem perder o fôlego - e ele perde!  - porque é difícil competir com os jogos de computadores que tem o benefício do upgrade da máquina, então rapidamente podem aproveitar de um gráfico mais atualizado. Nessa brincadeira, os desenvolvedores dos consoles gastam um investimento pesado, produzindo uma máquina não só capaz de vender o  hardware de hoje, mas já sendo equivalente ao hardware de amanhã, uma tarefa e tanto.



É ai que entramos em outro meio superpoderoso e faturador colossal de jogos: As plataformas móveis! Eles não possuem gráfico, não possuem os melhores e mais completos jogos do mercado (Quem comprou os Final Fantasy's de celular vão discordar, mas eles são exceção), e sequer são pioneiros - Nintendo DS e PSP estão por ai a tanto tempo - mas tem o que os outros jamais vão ter: o apelo do "Particular" e da "Integração".



Celulares são particulares, tablets podem até não ser, mas os celulares são. Cada um tem o seu, então cada um joga o seu joguinho. Coloca o joguinho multiplayer, cada um compete com o amiguinho. Coloca isso integrado com as redes sociais, e pronto, você joga contra todos os seus amigos, que baixam o jogo também, porque não? É muito mais fácil o celular estar atualizado para jogar um jogo de "última geração dos móveis" do que um computador estar. É simples, prático, rápido...


E nunca foi pensado em ser uma competição. Era apenas para a pessoa jogar ali, enquanto estava a tôa na fila do dentista... esperando o ônibus...



Mas tomou um foco muito grande. Foi ficando cada vez mais viciante - eu mesmo confesso que já perdi horas e me entreguei a diversos vícios móveis, mesmo com raiva deles - parecia inofensivo, mas dominou.

Então temos resumido:



É, parece que das duas uma, ou estamos tendo uma crise financeira global que está afetando todas as empresas de produção de video games, ou então, realmente estamos começando ver uma mudança de cenário, e saber onde isso vai dar, só o tempo dirá...